Jogadoras da equipe sub-21 servirão a seleção brasileira nas disputas da competição que será realizada na Holanda e na Bélgica

O Sesi Vôlei Bauru teve duas atletas das suas categorias de base convocadas para a seleção brasileira sub-20 que está na reta final de preparação para o Campeonato Mundial da categoria, que será realizado de 9 e 18 de julho em Roterdã (na Holanda) e em Kortrijk (na Bélgica).

Foram chamadas pelo técnico Hairton Cabral a central Katia Machado, que será a capitã do time nacional, e a levantadora Istefani dos Santos. Além das duas atletas da equipe sub-21 do Sesi Vôlei Bauru, a lista para o Mundial também tem a levantadora Maria Clara Albrecht Carvalhaes, as centrais Lívia dos Santos Gomes Lima e Emilly da Silva Nunes, as ponteiras/opostas Stephany Gomes, Ana Luiza Rüdiger, Ana Cecília Lopes, Marcelle de Arruda Mattos, Carolina Grossi e Jaqueline Schmitz e a líbero Letícia Moura.

Com as 12 atletas para a competição definida, a equipe viaja nesta quinta-feira, 1, para a Bélgica, onde disputa três amistosos antes da estreia na competição: nos dias 3 e 4 de julho contra a seleção belga, e no dia 5 contra a Itália.

“A ansiedade vai ficando maior, a gente fica esperando começar logo, mas a preparação está muito boa, todo mundo muito concentrado e focado nos treinamentos. A expectativa é muito boa, as meninas vêm treinando muito bem, se dedicando muito. Então a expectativa é fazer o melhor trabalho e trazer o melhor resultado para nosso país. Não tivemos amistosos, serão apenas esses na Bélgica, e tentaremos fazer os últimos ajustes lá antes do início do Mundial”, afirmou o técnico Hairton Cabral.

Depois de um atraso de pouco mais de um mês na apresentação da equipe, por conta da pandemia de covid-19, a seleção está treinando desde o 17 de maio no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV) em Saquarema (RJ).

“A gente conseguiu fazer, antes da apresentação, duas semanas de trabalho remoto com a parte física, e a gente conseguiu minimizar um pouco. Não é a mesma coisa, mas conseguimos não perder tanto tempo depois da apresentação. O tempo que nós tivemos, agilizamos muita coisa, tomando decisões mais rápidas com relação à preparação e formação da equipe. O que importa é que as meninas tiveram uma dedicação muito grande, dando uma resposta muito boa. A gente tirou o atraso exatamente nisso, elas estão compensando no trabalho do dia a dia”, destacou Cabral.

Análise dos rivais 

Hexacampeã e maior vencedora do Campeonato Mundial sub-20 feminino, a seleção brasileira está no Grupo A da competição deste ano, ao lado da Holanda, da República Dominicana e de Ruanda. “Coincidentemente, é praticamente o mesmo grupo do Mundial 2019. Nós pegamos na mesma chave República Dominicana e Ruanda, e, em 2019, tinha também o Japão. A gente sabe que Ruanda é um pouco mais fraco, mas vai ser mais fraco para todo mundo. O time da República Dominicana é sempre um time difícil e forte, com uma característica muito parecida com a escola cubana, apesar de o técnico ser um brasileiro. E a equipe da Holanda sabemos que é um trabalho de base muito bem-feito, inclusive com jogadoras disputando a Liga das Nações. É o time da casa e é sempre uma equipe muito forte”, analisou o treinador.

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